Processo
Sem uma protecção adequada para exteriores, os produtos de madeira têm uma vida curta. Têm pois de ser tratados com uma protecção química que lhes vai conferir a resistência exigida para o uso ao ar-livre.
O processo consiste na impregnação de preservantes na própria estrutura da madeira, submetendo-a a altas pressões num autoclave.
Fica assim a madeira imune ao ataque por fungos ou insectos que a podem degradar.
Neste processo são cumpridas todas as normas europeias aplicáveis.
Fendas e empenos, são um defeito?
Não. A madeira é um produto natural, capaz de perder e absorver humidade e como tal as suas dimensões variam, fazendo com que surjam fendas que não afectam a estabilidade das estruturas ou a sua durabilidade, não sendo pois motivo de preocupação.
Esta característica é própria das madeiras redondas, sendo que as madeiras de secção quadrada dificilmente se apresentam com fendas.
Fibras e zonas ásperas, são um defeito?
Não. Durante o processo de corte da madeira, apesar de todo o cuidado posto nesta operação, as fibras que não estão alinhadas com o sentido do corte, podem ficar levantadas, dando origem a zonas ásperas que, com a acção dos elementos vão desaparecendo. No entanto pode-se abreviar esse processo pela acção de uma simples lixa.
Manchas, são um defeito?
Não. São meras concentrações do agente preservante (sais de cobre). Surgem porque a madeira, pela sua natureza, não absorve o agente preservante de uma maneira uniforme, não constituíndo motivo de preocupação. Com o tempo desaparecem.
Aparecimento de resina, é um defeito?
Não. São resíduos que aparecem sempre em pequena quantidade e que podem facilmente ser removidos com uma espátula ou um solvente.